Presidente da Assembleia Legislativa de MS aposta no diálogo, na ética e na entrega silenciosa para transformar o cenário político sul-mato-grossense
Em tempos de desconfiança generalizada na política, quando muitos enxergam o poder público como um espaço de vaidades, interesses obscuros ou troca de favores, é quase um alívio — eu diria até um privilégio — observar a atuação de figuras como o deputado estadual Gerson Claro, atual presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul.
Não é exagero. Também não é bajulação. É apenas constatar um fato: Gerson Claro faz política com responsabilidade, equilíbrio e, o mais raro hoje em dia, com discrição. Em um ambiente onde muitos preferem o barulho da autopromoção, ele escolheu o caminho silencioso da entrega.
Gerson é advogado, professor de História — e isso se reflete. É um homem de leis que compreende a importância do passado para entender o presente e projetar o futuro. Tem formação, tem leitura, mas, acima de tudo, tem sensibilidade. E isso faz diferença.
Como presidente da ALEMS, Gerson promoveu um ambiente de respeito institucional. Não faz guerra para aparecer. Não precisa disso. Tem mostrado que é possível liderar sem gritar, negociar sem ceder valores, e avançar sem atropelar ninguém. Harmonia entre os poderes? Ele pratica. Transparência? Ele exige. Resultado? Ele entrega.
Fiel ao municipalismo — que é, na prática, entender que o Brasil começa no bairro, na praça e no posto de saúde —, Gerson Claro tem ouvido prefeitos e vereadores de todo o Estado. Isso não é populismo. Isso é compromisso com quem sente no dia a dia os desafios de governar de verdade.
E não se trata de um político com frases prontas. Quando fala de justiça, de família, de ética, Gerson o faz com o olhar de quem acredita, não de quem atua. E talvez por isso sua figura seja cada vez mais respeitada, até mesmo entre adversários.
Não, ele não é perfeito. E nem precisa ser. Mas tem entregado o que se espera de um homem público: sobriedade, firmeza, responsabilidade e, acima de tudo, trabalho.
Num cenário onde muitos falam e poucos fazem, Gerson Claro parece seguir o caminho inverso: fala pouco, mas age muito. E talvez seja exatamente disso que o Mato Grosso do Sul precisa.
por Fábio Sniper Site Regional Noticia








0 comentários