O cenário político em Mato Grosso do Sul ganhou novos contornos após declarações da senadora Tereza Cristina (PP), que colocou em compasso de espera as definições dentro do Partido Progressistas para a disputa ao Senado. Em agenda na Capital, a parlamentar afirmou que, neste momento, o partido não tem pré-candidato definido, mas ressaltou que tudo pode mudar até a convenção.
A fala da senadora repercutiu diretamente entre os nomes colocados na corrida, especialmente diante da sinalização de um possível acordo para a eleição de dois senadores da direita, que hoje contemplaria Reinaldo Azambuja (PL) e Capitão Contar (PL). Ainda assim, Tereza Cristina foi cautelosa: “Ainda não bati o martelo. Há sempre o imponderável. Queremos ganhar do PT, fazendo dois candidatos da direita”, declarou.
Dentro do PP, dois nomes seguem colocados como pré-candidatos: o presidente da Assembleia Legislativa, Gerson Claro (PP), e o secretário de Obras da Capital, Marcelo Migliolli. No entanto, nos bastidores políticos, é consenso que Gerson Claro desponta como o nome mais articulado da sigla neste momento.
Com trânsito consolidado entre deputados estaduais, lideranças municipais e setores produtivos, Gerson Claro construiu ao longo dos últimos anos uma base política sólida e respeitada. À frente da Assembleia Legislativa, demonstrou habilidade no diálogo, capacidade de mediação e firmeza nas decisões — qualidades consideradas essenciais em uma disputa majoritária.
Aliados destacam que, mesmo diante das incertezas e das articulações envolvendo outros partidos, Gerson Claro mantém postura serena e estratégica, reforçando alianças e ampliando conversas. Sua atuação institucional lhe garante visibilidade estadual e fortalece sua posição dentro do próprio PP.
Enquanto o cenário ainda depende de definições e possíveis rearranjos políticos, uma certeza começa a se consolidar nos bastidores: Gerson Claro segue firme na disputa e, sem dúvida, é hoje o nome mais articulado entre os progressistas para representar o partido em uma eventual candidatura ao Senado.
Com a convenção ainda pela frente e o “imponderável” citado pela senadora podendo influenciar o rumo das decisões, o jogo político segue aberto. Mas, se depender da articulação e da construção política já realizada, Gerson Claro entra na disputa como protagonista e peça-chave nas definições da direita em Mato Grosso do Sul.
por: Joel Silva








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