Nelsinho Trad e Tereza Cristina apoiam requerimento enviado ao STF; Soraya Thronicke não assinou
Dois dos três senadores que representam Mato Grosso do Sul assinaram o pedido de prisão domiciliar humanitária para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O documento foi encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) e conta com o apoio de mais de 40 parlamentares.
Assinaram o requerimento os senadores Nelsinho Trad (PSD-MS) e Tereza Cristina (PP-MS). A senadora Soraya Thronicke (União Brasil) foi a única representante do Estado que não aderiu ao pedido.
Pedido tem caráter humanitário
O requerimento foi protocolado com base em argumentos de saúde. Os parlamentares afirmam que Bolsonaro enfrenta problemas médicos que justificariam o cumprimento da prisão em regime domiciliar, sob acompanhamento clínico.
Entre os pontos citados estão crises de saúde recentes e a necessidade de cuidados médicos contínuos.
Decisão cabe ao STF
Apesar do apoio de parte significativa do Senado, a concessão da prisão domiciliar depende exclusivamente do Supremo Tribunal Federal, mais especificamente do ministro Alexandre de Moraes, relator do caso.
O número de assinaturas não obriga o STF a acatar o pedido, mas reforça a pressão política em torno do tema.
Repercussão política
O pedido gerou forte repercussão no meio político e nas redes sociais, dividindo opiniões entre apoiadores e críticos do ex-presidente.
O caso segue em análise pela Justiça, enquanto a defesa de Bolsonaro aguarda uma decisão sobre o regime de cumprimento da pena.






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