Adriane Lopes está sentindo o peso da cadeira. Com 72% de reprovação — e apenas 24% de aprovação — sua gestão amarga índices recordes em Campo Grande. Mesmo com promessas de investimento, o que o campo-grandense vê até agora é buraco, sujeira e abandono.
Nada do hospital municipal prometido diariamente na campanha eleitoral. A mentira foi tão grande que sequer o local da obra tão propagada existe. Nada também de transporte moderno, como prometido. Pelo contrário: há uma CPI do transporte coletivo em andamento. E os R$ 230 milhões anunciados para o aniversário da cidade? Vão para reformas de praças ou qualquer obra de concreto espalhada por aí — reforminhas de fachada, que não resolvem a estrutura nem apontam para o futuro da cidade.
Enquanto isso, o povo sente o baque: saúde em colapso, falta de remédios e atendimento precário. Não tem hospital, a promessa virou miragem. E o salário da própria prefeita? Dobrou em 2025, de R$ 21 mil para R$ 41 mil. Uma afronta, num cenário onde quem ganha pouco sente na pele o descompromisso da gestão.
Esse é o gerenciamento no estilo “falsas soluções”: muito barulho, pouca entrega. A aprovação despencou. A credibilidade evaporou. E o resultado prático? Zero impacto nos problemas reais que sufocam a cidade.
A governança de Adriane reflete uma política de aparências: reformar praças, fingir tapar buracos, anunciar R$ 230 milhões em investimentos — tudo com zero transparência e nenhuma execução real. O tapa-buraco como se sabe, parou. A saúde melhorou? Não. O transporte avançou? Não.
Campo Grande pede ação. A prefeita responde com discurso e aumento de salário. A conta não fecha. E quem paga é o contribuinte. O aniversário da cidade está chegando — e, do jeito que vai, não haverá parabéns nessa data outrora tão querida.









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