Vice-presidente afirma que tratado envolve 720 milhões de pessoas e movimenta US$ 22 trilhões em comércio
O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, afirmou que o Acordo Mercosul–União Europeia deve entrar em vigor ainda em 2026, com expectativa de implementação no segundo semestre do ano.
A declaração foi feita durante participação no programa Bom Dia, Ministro, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).
Segundo Alckmin, o acordo representa o maior tratado comercial entre blocos econômicos do mundo, envolvendo cerca de 720 milhões de pessoas e um mercado estimado em US$ 22 trilhões.
“Esse acordo é o maior acordo entre blocos do mundo. Estamos falando do Mercosul, com Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e a entrada da Bolívia, e da União Europeia, com 27 países entre os mais ricos do planeta”, destacou.
Livre comércio com regras
O vice-presidente explicou que o acordo prevê livre comércio com regras, o que permitirá a redução ou eliminação de tarifas, ampliando o intercâmbio entre os países.
“Vamos vender mais para eles, zerar tarifas, mas com regras. Também vamos comprar mais deles. Quem ganha é a sociedade, comprando produtos mais baratos e de melhor qualidade”, afirmou.
Impactos na economia
Alckmin ressaltou que o acordo deve gerar mais empregos, aumento de renda e fortalecimento do agronegócio, da indústria e do setor de serviços, além de incentivar investimentos recíprocos entre os blocos.
“Esse acordo vai trazer mais emprego, mais renda, fortalecer o agronegócio, a indústria, os serviços e ampliar os investimentos”, pontuou.
Próximos passos
De acordo com o vice-presidente, a assinatura oficial do tratado deve ocorrer no sábado (17/1). Após isso, o texto será analisado pelo Parlamento Europeu.
“A gente espera que o Parlamento aprove ainda neste primeiro semestre e que, no segundo semestre, o acordo já esteja em vigor”, afirmou.
Marco histórico
Se aprovado, o Acordo Mercosul–União Europeia entrará em vigência imediata e marcará um novo momento nas relações comerciais entre América do Sul e Europa, ampliando mercados, oportunidades de exportação e integração econômica.
Fonte: Empresa Brasil de Comunicação (EBC)
Declarações veiculadas em vídeo no programa Bom Dia, Ministro






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