Campo Grande (MS) — O novo decreto da prefeita Adriane Lopes (PP), publicado na edição desta quarta-feira (12) do Diário Oficial de Campo Grande (Diogrande), vai atingir em cheio o bolso dos contribuintes da Capital. A medida reduz de 20% para 10% o desconto para pagamento à vista do IPTU e deve pesar no orçamento de milhares de famílias campo-grandenses em 2026.
Com a mudança, quem costumava quitar o imposto integralmente no início do ano, aproveitando o desconto maior, agora terá metade do benefício — enquanto os valores do tributo continuam subindo acima da inflação. Na prática, a prefeitura diminui o incentivo ao bom pagador e reforça a imagem de uma gestão que arrecada mais, mas entrega menos em serviços públicos.
O decreto, que entrou em vigor a partir de hoje, expõe mais uma vez a má gestão da prefeita Adriane Lopes, que tem deixado a população cada vez mais desfavorecida e desassistida. Ao reduzir pela metade o desconto do IPTU, Adriane penaliza justamente quem se esforça para manter as contas em dia e contribuir com a cidade. Em vez de premiar o cidadão organizado e responsável, a administração opta por tirar o benefício de quem cumpre seus deveres.
A justificativa de “ajuste fiscal” soa frágil diante da realidade econômica enfrentada por Campo Grande. Com o custo de vida em alta e serviços públicos cada vez mais precários, a população sente no bolso os efeitos de uma gestão que parece priorizar arrecadação, não qualidade de vida.
O resultado é um contribuinte desestimulado, pagando mais caro e recebendo menos em retorno. Enquanto a prefeitura aperta o cidadão, faltam soluções concretas para os problemas de mobilidade, saúde e limpeza urbana.
O campo-grandense, que sempre fez sua parte, agora vê o benefício do pagamento à vista reduzido pela metade — um gesto simbólico de que, sob a atual administração, a cidade anda para trás.











0 comentários