Manifestantes misturam bandeiras do Brasil, EUA e Israel em ato que ataca o STF e pede “anistia ampla, geral e irrestrita” para o ex-presidente
Sem clima de festa da Independência, o 7 de Setembro em Campo Grande foi marcado por protesto. Em frente ao Bioparque Pantanal, a “Marcha para a Família” reuniu centenas de apoiadores de Jair Bolsonaro. O mote? Anistia ao ex-presidente, críticas diretas ao STF e até demonstrações de alinhamento internacional — com bandeiras dos Estados Unidos e de Israel tremulando lado a lado com o verde e amarelo.
No meio da multidão, discursos inflamados reforçavam a narrativa de “perseguição política”. Faixas e cartazes pediam liberdade para os investigados pelos atos de 8 de janeiro e cobravam do Congresso a aprovação de uma anistia sem restrições. Deputados federais do PL, como Marcos Pollon e Rodolfo Nogueira, estavam no trio elétrico, chamando o Supremo de “regime ditatorial” e endossando a pauta.
Além da política, teve merchandising: bandeiras do império, máscaras de Trump e bonecos infláveis de Bolsonaro circulavam entre os manifestantes. A cena escancarou o tom do ato — não foi um desfile cívico, mas um palanque aberto, com direito a símbolos importados e recados diretos contra as instituições brasileiras.








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