Campo-grandense exalta sua paixão pela Capital por meio de monumentos que viraram símbolos culturais e turísticos
Campo Grande celebra seus 126 anos nesta terça-feira (26) reafirmando o título de uma das capitais mais arborizadas do mundo e também como palco da arte de Cleir, um dos maiores nomes das artes plásticas de Mato Grosso do Sul.

Com mais de 35 anos de trajetória, o artista campo-grandense transformou a cidade em galeria a céu aberto, valorizando o Cerrado, a fauna regional e a identidade cultural. Obras como o Monumento das Araras, inaugurado em 1996 e hoje cartão-postal no bairro Amambaí, e o Monumento do Sobá, de 2009, na Feira Central, já fazem parte do imaginário coletivo da população.
Murais gigantes, como a Arara Azul e o Papagaio Verdadeiro, revitalizados nos últimos anos, reforçam a presença da natureza no coração da cidade. Já no Aeroporto Internacional, os Tuiuiús do Pantanal receberam recente restauração como presente de aniversário à Capital, reafirmando o símbolo do bioma.
Para Cleir, cada obra é uma declaração de amor a Campo Grande:
“Quero que as pessoas, ao olharem essas esculturas e murais, sintam o mesmo carinho e respeito que tenho pela cidade e pelo Cerrado”, resume o artista.
Ao completar 126 anos, Campo Grande não celebra apenas sua história, mas também os talentos que a eternizam em cores, formas e símbolos. E poucos conseguiram traduzir esse sentimento de pertencimento com tanta intensidade quanto Cleir.
Sobre Cleir – O campo-grandense Cleir é um artista plástico autodidata com mais de 35 anos de carreira. Seu trabalho tem forte conexão com a fauna e flora do Cerrado, suas grandes inspirações.
Possui obras em Campo Grande, Dourados, Corumbá, Bonito, Ladário, Terenos, Três Lagoas, Ponta Porã, Rio Verde, Bataguassu e Aquidauana.
Também deixou sua marca em Arapongas, município do Paraná que registra o maior acervo de obras do artista, com 13 esculturas de pássaros nativos.











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