Movimentos nos EUA, denúncias no Brasil e a dúvida que fica no ar
Eduardo Bolsonaro não parece mais preocupado em manter uma carreira política sólida no Brasil.
Os gestos recentes mostram alguém que joga no tabuleiro internacional, mesmo que isso signifique atravessar fronteiras institucionais e éticas. A pergunta é inevitável: será que ele já percebeu que não tem futuro político por aqui e resolveu mirar outro tipo de “mercado”?
Não é de hoje que o deputado espalha fake news com potencial de abalar a confiança das instituições. A mais recente, desmentida pelo próprio Banco do Brasil, é um exemplo claro: criar pânico bancário com informações falsas. Ora, quem se beneficia com esse tipo de instabilidade? Não é raro que especulação e desinformação andem de mãos dadas.
Enquanto isso, nos Estados Unidos, Eduardo articula contra o próprio país, fazendo lobby por tarifas e sanções que afetam diretamente a economia brasileira. O detalhe incômodo é que essas movimentações também abrem espaço para quem sabe manipular expectativas de mercado. E se a política virou palco menor, talvez o jogo maior esteja justamente onde poucos estão olhando: na especulação financeira.
Não há provas de que ele esteja lucrando com esse tipo de manobra. Mas quando um político passa a agir como agente externo, disseminando boatos que impactam bancos e mercados, e ao mesmo tempo tem seus bens bloqueados pela Justiça, a dúvida se impõe.
Será Eduardo Bolsonaro um político fracassado tentando se reinventar… ou um especulador disfarçado de deputado? A resposta ainda não está clara. Mas a pergunta já deveria estar na cabeça de todo brasileiro.
Joel Silva – Radialista e jornalista de formação especializado em Mkt político









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