Com a federação entre PP e União Brasil — batizada União Progressista (UP) — oficializada em Brasília, Mato Grosso do Sul assume protagonismo via Tereza Cristina (presidente regional), Marco Santullo (articulador de peso) e o recém-filiado governador Eduardo Riedel. O evento reuniu ainda Ciro Gomes, e Rose Modesto assume como vice no comando estadual. O novo bloco quer reescrever o cenário político local e mirar 2026 com força total.
O jogo começa a todo vapor
Santullo, presidente estadual do PP e estrategista da federação, não se faz de rogado: “Temos uma senadora, a prefeita da capital, somos um partido com mais representatividade que o União Brasil aqui no Estado. O comando ficará com a cúpula do PP”. A federação em MS está sob total domínio da turma do PP.
Tereza Cristina no comando regional
No comando da União Progressista em Mato Grosso do Sul, Tereza Cristina foi oficializada como presidente da federação estadual. É o que tem de melhor em representatividade, agronegócio e capital político no estado — e agora manda mais ainda.
Riedel entra pra valer
O governador Eduardo Riedel trocou o PSDB pelo PP, sacramentando sua filiação durante a convenção que oficializou a federação. Ele justificou a mudança como uma sintonia de valores e imaginação política: não é quem manda, é quem chega junto — e ele chegou junto com força total.
Rose Modesto no time
Rose, presidente estadual do União Brasil, será vice-presidente da federação em MS. Ela deixa claro: “Os partidos continuam independentes… mas na hora de montar as chapas, vai ter candidato do União e do PP”. Ou seja, ela segue no volante, mas dividindo o volante com o PP — cena inédita pra equilibrar forças.
Presença nacional que pesa
A cerimônia foi palco de alianças maiores: Ciro Gomes esteve lá, convocando a galera “de centro-esquerda a centro-direita” pro jogo político que está por vir. Não é pouca coisa — é mensagem clara: o bloco quer somar, e somar pesado, mirando eleições nacionais e mirando também 2026 em MS.
Linha de Visão Visionária
Novos mapas, novas rotas — Riedel chegando no PP dá sinal de que o governo estadual está engajado na federação. Isso muda jogo no MS e declara: “vamos juntos, com caixa, política e território”.








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