O tarifaço de Donald Trump contra o Brasil não é apenas uma medida econômica — é uma estratégia política agressiva, com cheiro de intervenção velada. A primeira carta da Casa Branca já era um sinal: impunha sanções praticamente impossíveis de cumprir, afrontando nossa soberania e atropelando princípios constitucionais.
Trump foi além: pediu interferência direta no Judiciário brasileiro e tentou manipular a narrativa do déficit americano, mentindo descaradamente para justificar suas ações. O recado é claro: não se trata apenas de pressionar o STF no julgamento de Jair Bolsonaro, mas de abrir caminho para uma “mudança de regime” no Brasil.
Isso pode ser só o começo. Hoje são tarifas, amanhã podem ser sanções financeiras, restrições tecnológicas ou até isolamento diplomático. O objetivo parece evidente: recolonizar o Brasil sob interesses americanos, enfraquecer nossa autonomia e reduzir o país a uma peça subordinada no tabuleiro geopolítico de Washington.
É hora de ligar o alerta. O governo, a sociedade e as instituições precisam se preparar. Não se trata de defender este ou aquele político, mas de proteger a soberania nacional diante de um aliado que já não se porta como parceiro, mas como tutor arrogante.
Os EUA querem nos “re” colonizar — e o Brasil precisa escolher entre resistir ou se ajoelhar.
Joel Silva é Radialista e Jornalista de formação com especialização em Mkt político









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