Mais uma vez, o Consórcio Guaicurus bate à porta da Câmara Municipal para cobrar o que é devido. Um novo ofício enviado nesta quarta-feira (30) ao vereador Dr. Lívio, presidente da CPI do Transporte Coletivo, denuncia o atraso de mais de R$ 8,4 milhões por parte da Prefeitura de Campo Grande.
O valor — exatos R$ 8.481.967,57 — seria referente aos repasses tarifários que a Prefeitura deveria ter feito ao consórcio. Segundo a empresa, a falta desse dinheiro pode deixar funcionários sem salário no próximo dia 6 de agosto, além de travar pagamentos a fornecedores e financiamentos de veículos.
E o problema não é novo. Em maio, durante uma oitiva da CPI, o presidente da AGEREG, José Mário Antunes, chegou a garantir que os pagamentos estavam em dia. Mas o próprio consórcio desmentiu pouco depois — e só aí a dívida foi quitada.
Para o vereador Dr. Lívio, a reincidência é grave:
“A inadimplência da Prefeitura compromete diretamente a qualidade do serviço prestado pela concessionária e, consequentemente, afeta os usuários do transporte coletivo. É fundamental que a situação seja regularizada para garantir a manutenção dos serviços essenciais à população”, alertou.
Com mais esse impasse, o transporte público de Campo Grande segue andando aos trancos e barrancos — e quem paga o preço, no fim das contas, é o usuário do sistema.
Dr. Lívio alerta calote da Prefeitura ao Consórcio: “Serviço e salários estão em risco”

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